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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Resenha: Cidades de Papel - John Green

Olá meninas, tudo bem? Espero que sim!
Faz um bom tempo que terminei a leitura do livro Cidades de Papel e, já assisti ao filme também. Hoje vou fazer a resenha do livro e também comprar com o filme.
Espero que gostem, vamos à resenha.

Título: Cidades de Papel
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Páginas: 366

Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.

Neste livro o autor narra a trajetória de um garoto habituado a uma rotina certinha, planejada. Ele já se resignou a levar esse estilo de vida. Desde pequeno o protagonista morre de amores por sua vizinha fantástica. Os dois estavam sempre juntos na infância; nesta época os dois encontraram o corpo de um homem que pretensamente havia se suicidado.
O tempo passa e ambos estão agora no colégio, mas não são mais amigos como antes. Margo Roth Spiegelman, a garota mais popular do colégio, é invejada pelas meninas e tem um namorado cobiçado por todas.  Quentin Jacobsen alimenta mais que nunca uma paixão platônica por ela e se mantém à distância.
Mas tudo se modifica radicalmente quando, no dia cinco de maio, que tinha tudo para ser uma data comum, a jovem entra pela janela do seu quarto e vira sua vida de cabeça para baixo. Ela está com o rosto pintado e fantasiada de ninja. Margo o convence, então, a mergulhar em uma noite de aventuras. Na verdade, trata-se de um projeto de retaliação contra o namorado e as amigas mais próximas.
Quando a jornada se encerra, o protagonista vai como sempre para o colégio, mas nesse momento ele fica sabendo que a misteriosa Margo simplesmente desapareceu. Assim que se depara com alguns indícios significativos, resolve iniciar uma investigação por conta própria para encontrar sua paixão.
Q, como os amigos o chamam, é impulsionado a seguir uma trilha sinuosa em sua busca por Margo. E, para piorar, à medida que ele chega mais perto dela, mais longe fica da visão idealista que tinha de sua amada. Aos poucos o protagonista vai percebendo que não a conhecia tão bem.
A partir de então, o leitor é convidado a partilhar das angústias e incertezas de Q, uma vez que Margo dá um nó na vida e na cabeça dele. A trama traz muitas passagens engraçadas e falas geniais. A narrativa nos leva a meditar sobre quem são, de verdade, aqueles que nos cercam e o quanto nós realmente sabemos sobre eles. E nos faz questionar até a nossa própria identidade.
Assisti ao filme antes de terminar a leitura, então eu já tinha alguns "spoilers", na verdade, o filme destoa muito do livro e ainda assim me surpreendi com o fim do livro e adorei. Em compensação, acho que não valeu tanto a pena ter assistido ao filme já que é muito diferente de tudo contado na história de Green. O filme é legal, mas quando se tem conhecimento do livro e acaba se tornando infiel à história, até porque há uma mudança enorme nos objetivos das personagens e o modo como tudo se desenrola.
Bom pessoal, por hoje é só. Espero que tenham gostado.
ARRASEM.
Beijos da Gabi.


domingo, 19 de julho de 2015

Resenha: Quatro - Veronica Roth

Olá meninas, tudo bem? Espero que sim!
Bom, hoje venho com mais uma resenha da magnifica Veronica Roth. Desta vez, é um livro que poucas pessoas sabem que existe. 
O livro se chama Quatro, e já da para perceber sobre o que se trata. Toda a história é contada através do ponto de vista de Tobias.
Vamos a resenha.

Titulo: Quatro
Autor(a): Veronica Roth
Páginas: 272
Editora: Rocco

Reunindo quatro histórias da série Divergente contadas da perspectiva do personagem Tobias, e três cenas exclusivas, Quatro Histórias da série Divergente oferece aos fãs da saga criada por Veronica Roth a chance de conhecer melhor a personalidade de um personagem fascinante e complexo e a chance de mergulhar mais fundo na sociedade dividida em facções criada pela autora. Com mais de 21 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, a série Divergente chegou aos cinemas com Shailene Woodley e Theo James nos papéis principais.
Existem poucas coisas que são tão boas ou melhores para um fã de uma série do que quando o autor decide expandir o universo de uma série já terminada. Alguns acabam perdendo a mão, enquanto outros simplesmente acertam em cheio, como no caso da Veronica Roth. 

Nos contos e cenas apresentados a nós em Quatro, voltamos no tempo dentro do universo da série para quando Tobias Eaton ainda pertencia à sua antiga facção, Abnegação, e sofria abusos de seu pai, Marcus. É sempre revigorante aprender mais detalhes sobre a vida de um personagem que acaba se tornando tão querido da gente e, sinceramente, por mim Quatro seria um livro completo e não uma coleção de contos. A autora escreveu de forma que os pontos de vista da personagem preencheram lacunas deixadas na série contada, principalmente, por Tris. Finalmente temos um vislumbre de como era o relacionamento de Tobias com seu pai, antes de ir para a Audácia. Ainda sobre relacionamentos, vemos como surge a breve amizade entre ele e seu instrutor Amah e, claro, seus sentimentos em relação a Tris. Descobrimos como ele conheceu seu rival Eric e também como algumas mudanças internas da Audácia aconteceram.
O único defeito do livro é ser curto demais. Os contos de A transferência, A iniciação, O filho e O traidor, apenas o último tem a presença da eterna heroína Tris, além de nos mostrar mais da vida de Tobias, também mostra como o ataque da Erudição às outras facções tomou forma.
Com certeza um volume IMPERDÍVEL para os fãs da série. Apesar de querer muito que a Veronica dê uma de Cassandra Clare e expanda esse universo até dizer chega, confesso que estou muito mais ansiosa por uma história nova da autora. E vocês?
Como sempre, Veronica é magnifica no desenvolver da história e nos deixa apaixonados pelo personagem (ainda mais). Com certeza ela é umas das minhas autoras favoritas.
Por hoje é só, espero que tenham gostado! ARRASEM sempre. Beijos da Gabi.


Finalmente a coleção está completa!

terça-feira, 7 de julho de 2015

Resenha: Convergente - Veronica Roth

Olá meninas, tudo bem? Espero que sim!
Bom, Hoje vamos para mais uma resenha da trilogia Divergente. Neste último livro muitas coisas inesperadas acontecem e apesar de ser uma leitura um pouco mais pesada do que os livros anteriores, a autora consegue finalizar a série com sucesso e com a minha aprovação total!
Vamos à resenha...

Livro: Convergente
Autor(a): Veronica Roth
Páginas: 528
Editora: Rocco

 A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou - destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Portanto, diante da chance de explorar o mundo além dos limites que ela conhecia, Tris não hesita. Talvez, assim, ela e Tobias possam ter uma vida simples e nova juntos, livres de mentiras complicadas, lealdades suspeitas e memórias dolorosas. No entanto, a nova realidade de Tris torna-se ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás. Antigas descobertas rapidamente perdem o sentido. Novas verdades explosivas transformam os corações daqueles que ela ama. Então, mais uma vez, Tris é obrigada a compreender as complexidades da natureza humana enquanto convergem sobre ela escolhas impossíveis que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. Narrado sob uma emocionante perspectiva dupla, Convergente conclui de maneira poderosa a série que alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do New York Times, na qual Veronica Roth revela os segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores com Divergente e Insurgente.


Após ouvirem o que Edith Prior deixou em seu vídeo e saberem que existia algo além das cercas, e que era hora dos Divergentes saírem rumo à ela, o caos foi instalado. Evelyn não perdeu tempo em colocar o seu poder à mostra junto com os sem facções para impedir que isso acontecesse. Ditou novas regras e implantou um novo governo tirano para que ninguém ultrapassasse a cerca. Do outro lado, os Leais (Allegiant, no original), rebeldes que eram contra os ideais de Evelyn e estavam dispostos a derrubarem esse governo e saberem o que realmente existia além da cerca. Em meio a todo esse caos, ainda haviam dúvidas sobre qual era a melhor saída. Ir em busca do desconhecido tendo como informação somente o que Edith Prior disse ou continuar na cidade e tentar controlar a situação. Uma decisão nada fácil.

Um grupo foi escolhido pelos Leais para descobrirem o que acontecia do outro lado de Chicago, entre eles, Christina, Uriah, Tori e claro, Tris e Tobias. A partir daí, é onde a história realmente se desenvolve. Eles não faziam ideia do que existia após a cerca que separa os dois mundos, e a descoberta foi chocante para todos eles. Tris começa a descobrir mais sobre o seu passado, tentando entender até que ponto, tudo o que viveu até ali era real ou somente um jogo de manipulação. Tobias, entra em conflito após saber mais sobre si mesmo e tentar descobrir quem realmente é em meio a tudo o que estava acontecendo. 

Convergente é narrado pelo ponto de vista de Tris e Tobias, em cada novo capítulo é identificado quem está falando. Os dois têm visões parecidas dos acontecimentos, algumas vezes pensei até que fosse Tris falando, em vez de Quatro, mas é possível perceber o motivo pelo qual cada um está lutando. Os sentimentos entre os dois estão mais claros. Roth colocou mais romantismos entre o casal, há momentos em que o aspecto forte e guerreiro dos dois é colocado de lado e contemplamos cenas com mais ternura e amor. É perceptível o amadurecimentos deles tanto como casal, como individual. Depois de tudo o que viveram e pelo que passaram, apesar de serem jovens, a forma de pensar e o modo de encarar as situações não continuaram da mesma forma, claro que não continuaria.

Ao contrário de Insurgente, Convergente não está centrado em momentos de lutas e batalhas com perdas, não que isso não exista nesse livro, existe, com certeza existe. Mas ele está mais focado em explicar como tudo começou e como chegou até ali. E falando em Convergente, não preciso nem dizer que a escolha dos fãs para o nome do livro não foi certa. O fato de ter um título que combine com o resto da trilogia é o único ponto positivo, não tem nada mais que isso. Convergente não descreve a força de uma revolução como Divergente e Insurgente, no caso do terceiro livro da série, quem descreve perfeitamente essa revolução é a palavra Leais.

Apesar de ter amado o livro, terminei a leitura com algumas dúvidas. Até agora quero entender como funcionava a mente de Tris, porque ela conseguia ser imune a tantos testes. Mas Roth fez um excelente trabalho com os seus personagens e sua escrita realista. De certo modo, todos tiveram a sua importância e marcaram a história, todos lutaram em favor do seu ponto de vista, por isso conseguimos encontrar tantos elementos a serem discutidos como a manipulação, o jogo de poder, mentiras em prol "de um bem maior" ou, até onde podem.

E sobre o final, só posso dizer que Veronica teve muita coragem para fazer o que fez e compreendo que foi necessário, pelo realismo, que desde Divergente foi característica da autora. Ninguém sai completamente ileso de uma guerra.

Agora, se vale a pena ler o livro? Com certeza! O sucesso da trilogia, nesse caso, não pode ser desmerecido. Convergente fecha com grandes revelações, atos que deixarão o leitor de boca aberta e sem acreditar no que está acontecendo.os acreditar no que nos é imposto. No final, compreendemos que sempre há um motivo por trás de qualquer ato, seja ele heroico ou tirano, sensato ou insano.

Bom pessoal, por hoje é só. Amei o livro, mas achei que poderia fazer jus ao titulo ou o titulo fazer jus ao livro. Também achei uma leitura mais difícil por conter muitos detalhes acaba sendo um tanto cansativo, mas ok. Espero que tenham gostado da resenha.
Deixem nos comentário o que acharam do livro (opiniões positivas e negativas). 
ARRASEM. Beijos da Gabi.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Resenha: Insurgente - Veronica Roth



Oi gente, tudo bem? Espero que sim!
Hoje vamos falar novamente da série Divergente. Dessa vez o alvo é o livro Insurgente, segundo livro da série.
Assim como o primeiro, Insurgente é apaixonante e cheio de ação. A leitura é tão rápida e leve quanto Divergente. Vamos conferir a resenha.

Titulo: Insurgente
Autor(a): Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 511
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

Depois do acontecimentos do final de "Divergente", Tris surge como uma menina perturbada por suas atitudes e sentimentos. Ela deixa de ser uma menina magricela e corajosa, para se tornar em alguém traumatizado. Porém não é algo extremamente cansativo ou irritante, dá para entender os motivos que a levaram a ficar assim. Enquanto isso, Quatro começa a se mostrar mais nesse segundo livro.

O leitor não necessita voltar ao primeiro livro para relembrar o que aconteceu, pois a leitura já começa com eles ainda dentro do trem durante a sua fuga, isso foi um ponto positivo, porque parecia que não tinha parado a leitura, é como se fosse um livro só.


A cada novo livro fica impossível não fazer as comparações sobre como os personagens se comportavam nos primeiros livros e como amadureceram, nesse segundo livro tenho que confessar que não tinha mais os mesmos sentimentos em relação à Tris, por diversos momentos ela me irritou com seu jeito independente de ser, porque acabava se fechando e distanciando as pessoas que estavam sempre presentes em sua vida. Entendo suas atitudes ainda que não concorde, acredito que em cada nova ação tomada por ela ficou mais evidentes como não consegue ter somente um sentimento e que é completamente diferente até mesmo dos Divergentes. A forma como ela luta pelo que acredita continua sendo incrível, amo a forma como não demonstra seu medo diante de seus inimigos ainda que por dentro esteja morrendo de vontade de sair correndo.
Seu par romântico desde o primeiro livro Four/Tobias continua sendo a pessoa mais fofa e ao mesmo tempo forte de todos os personagens de distopias. Nesse livro a autora aborda um novo modo de pensamento do personagem que faz com que seu relacionamento com Tris fique meio balançado, mas acho que estão aprendendo com seus erros e se tornando ainda mais forte. Com a personalidade incrível desse homem não teria como nenhum outro tentar formar um triângulo amoroso e isso me agrada demais, durante a leitura teve um momento que pensei que a autora pudesse estragar tudo, mas como disse antes ela se manteve firme e me deixou muito feliz. Nada e nem ninguém pode abalar a confiança de um no outro quando eles se propõem a lutar por esse relacionamento.
A luta nesse livro está mais forte e os grupos estão divididos, não confio em ninguém que apareceu nesse livro e ficava realmente irritada quando a Tris ou o Four o faziam, quando na verdade somente podiam confiar naqueles que estavam ao seu lado, apesar de que nesse caso nem na família era possível de se confiar, mas não vou contar muitas coisas senão vou acabar soltando Spoilers. Mas, posso dizer que o pai do Four não é nenhum um pouco confiável e me irritou demais ao longo do livro o que somente me fez amar cada vez mais as atitudes tomadas pelo Four. Também não confio na líder da Amizade, assim como não confio na líder do povo rebelde, acho que todos eles têm algum motivo obscuro e somente estão usando os jovens como peões para atingirem esse objetivo.
O final do livro é ainda mais surpreendente, durante toda a história o leitor ficar curioso para saber qual é o grande mistério por trás das lutas entre essas facções e quando é revelado fiquei muito boba e esperando para saber o que a autora irá aprontar no final da trilogia, porque com certeza mais pessoas irão morrer e os leitores ficarão com o coração partido. 
Como podem perceber, amei ainda mais o segundo livro da série Divergente e logo vou postar a resenha do ultimo livro e também da versão de Quatro. Por hoje é só, espero que tenham gostado. ARRASEM! Beijos da Gabi.



terça-feira, 30 de junho de 2015

Resenha: Divergente - Veronica Roth

Olá meninas, tudo bem? Espero que sim!
Sei que estou atrasada com essa resenha, mas antes tarde do que nunca! rs


A série Divergente é um grande sucesso juvenil, uma leitura fácil e rápida de ser feita. Eu ganhei os dois primeiros livros em um amigo secreto, da linda Flávia Estrela, e no recebi juro que achei que não iria gostar da série.
E como diz o ditado "não julgue um livro pela capa", quebrei a cara e me apaixonei pela trilogia. rs
Chega de enrolação e vamos ao que interessa.

Nome: Divergente
Autor(a): Veronica Roth
Páginas: 504
Editora: Rocco
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
 Para começar devo dizer que alguém que não esteja acostumado com livros grandes pode pegar ele na mão e soltar um sonoro palavrão ao ver que ele tem mais de 500 páginas. Mas se você tem medo de livros compridos, se acalme, a escrita de Roth é tão leve e tão envolvente que parece que o livro tem só 50 páginas e quando você termina ainda fica com a sensação de quero mais.
Nesse mundo distópico, depois de muitas guerras, os antepassados dos personagens chegaram à conclusão de que a culpa do mundo em guerra era da personalidade das pessoas e sua inclinação para fazer o mal e não de suas crenças, raças ou política. Eles então se dividiram em facções que procuram erradicar as qualidades das quais cada uma acredita ser responsável pela desordem mundial. Ao todo são cinco facções: a Amizade, cujos membros culpam a agressividade; a Erudição, dos quais os membros culpam a ignorância; a Franqueza que culpa a duplicidade; a Abnegação que encontra seu culpado no egoísmo; e por fim a Audácia, cujos membros culpam a covardia.
A personagem principal dessa história é Beatrice uma garota da Abnegação que tem uma vida simplória: desde pequena ela é treinada e educada para ser altruísta. Porém, ela acha muito difícil agir dessa maneira. Ao completar 16 anos, ela e todos os jovens passam por um teste aptidão que revela de qual facção a pessoa deve percenter e é aqui que tudo começa a mudar na vida da protagonista. O teste dela é inconclusivo, ela é uma Divergente. E por algum motivo que ninguém explica para ela, os Divergentes são considerados perigosos. Ela decide então abandonar a família e seguir para a facção da Audácia onde ela escolhe um novo nome – Tris – e onde deverá enfrentar um treinamento duro e, muitas vezes, cruel para garantir o seu lugar lá dentro, ou então se tornará uma sem-facção.
Questionamento é a palavra que define o livro. O tempo todo vemos Tris questionar tudo e todos à sua volta e nos leva a pensar com ela. Será que segregar as pessoas em facções é a melhor opção? Podemos mesmo apresentar aptidão para somente uma facção? Passei o tempo todo durante a minha leitura, me questionando e debatendo com as opiniões da Tris. Como falei no início da resenha, a escrita de Roth é incrivelmente leve e rápida, e por isso, ao chegar ao final do livro eu estava com um mix de sentimentos enorme dentro de mim. Assim como Tris, não temos tempo de sentir nada, de ficar em luto, de ficar com medo de algo, nem de para pensar qual será o nosso próximo passo. Cada segundo importa.
Desde o inicio, Tris estabelece uma relação estranha com Quatro, o instrutor de iniciação da Audácia, seu jeito seco e sério causa certos sentimentos na protagonista e no fim eles estreitam essa relação e toda a história se desenrolará em torno deste romance, onde eles devem lutar juntos contra tudo o que for preciso.
Eu amei o enredo e a forma como a autora desenrola o contexto, como eu disse é uma leitura super rápida e que deixa com o gostinho de eu quero mais. Você se obriga a ler o segundo livro logo após terminar Divergente, sem pausa nem para piscar. Acho que deu para entender o quanto me apaixonei por este livro, é uma leitura tão gostosa que não me senti sufocada para terminar e simplesmente li porque eu quis e estava gostando.
Bom pessoal, por hoje é só. Espero que tenham gostado e leiam este livro. Se você já leu, deixe nos comentários a sua opinião, vou adorar ler. ARRASEM.
Beijos da Gabi.

sábado, 16 de maio de 2015

O Símbolo Pedido - Dan Brown

Olá pessoal, tudo bem? Espero quem sim!
Eu havia parado de postar resenhas de livro e hoje eu voltei!!! 
Vou explicar o por que, desde outubro eu estava lendo O Símbolo Perdido, confesso que foi mais por preguiça do que qualquer outra coisa. Mas, finalmente eu terminei e vim contar a historia para vocês.
Primeiramente devo explicar para vocês que é um livro que fala sobre maçonaria e antes que me parem no meio da rua e digam que estou lendo sobre o demônio ou algo do tipo, maçonaria não tem nada a ver com isso! Acreditem, me falaram isso no meio da rua rs.
Chega de enrolação e vamos ao que interessa.

Autor: Dan Brown
Editora: Sextante
Páginas: 443
Lançamento: 2009


Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está. Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.
Devo começar esta resenha dizendo que nunca havia lido uma das obras de Dan Brown, mas pelo que eu li sobre o autor ele deixou um pouco a desejar neste livro.
É tudo muito empolgante até chegar aos últimos capítulos do livro. Deve ser por isso que demorei tanto para ler. A forma como é narrado torna-se cansativo.
A história traz o professor e simbologista Robert Langdon que é chamado por um velho amigo, Peter Solomon, um importante maçom para dar uma palesta do Capitólio dos EUA, em Washington. Mas chegando lá, percebe que o convite era uma farça e que seu amigo corre grande perigo de vida. Então Robert se vê em uma corrida contra o tempo para decifrar vários enigmas e encontrar um tesouro capaz de oferecer poderes sobre-humanos para quem o achasse, escondido há muito tempo pela Maçonaria.
Cercado de enigmas envolventes, é o que torna o livro envolvente, apesar de cansativo. 
Outra característica que diferencia as outras obras do autor é justamente o fato que ele tratou o tema central do livro, a Maçonaria, de uma forma bem imparcial, ou seja, sem causar tanta polêmica.
Isso acaba valorizando sua obra, por conta de ser um assunto que ainda hoje assusta muita gente, ele consegue se manter imparcial e apenas falar sobre a história em si.
Agora, a vida de Robert se mostra cheia de aventuras, revelação de mistérios e perseguições. Com a ajuda da irmã de Peter, Katherine Solomon, uma cientista que investiga secretamente a noética [uma disciplina de formulação recente, seu objetivo e as metas que persegue já foram estudados por várias correntes de filosofia e fazem parte de todas as tradições esotéricas das religiões do mundo. No oriente Buda disse que o mundo é criado por nossos pensamentos, que a consciência está em toda parte e que é realidade. Ou seja, a ciência que estuda o poder da mente humana no mundo real] e de Warren Bellamy, o arquiteto do Capitólio e um outro irmão maçom de Peter.  Os três correm contra o tempo para conseguir o que Mal'akl quer, e salvar a vida de Peter.
Eles não sabem em quem confiar, já que muitos estão envolvidos em manter o segredo escondido e longe das mãos de pessoas irresponsáveis, que fariam mau uso de seu saber. Segundo o livro, com o domínio da mente, o homem conseguiria chegar à Apoteose, ou seja, fazer com que literalmente o homem se torne Deus, ou a chamada transformação divina.
Mitos, símbolos, segredos, sociedades secretas se mostram presentes nos segredos de organizações secretas e que surpreendem, fascinam, e ensinam quem se aventura pelos livros de Dan Brown.

Como eu já disse, os capítulos finais do livro deixa um pouco a desejar, mas ao decorrer da história é possível ter todas essas sensações citadas anteriormente: surpresa, fascinação, e por incrível que pareça este livro abre a sua mente.
Bom pessoal, por hoje foi só! Espero que tenham gostado. ARRASEM sempre. Beijos da Gabi.


"a única diferença entre você e Deus é que você se esqueceu que é divino."

sábado, 18 de outubro de 2014

Resenha: Extraordinário - R.J. Palacio

Olá meninas, tudo bem? Espero que sim! Desculpem pelo sumiço, esta semana foi bem corrida. Mas agora vamos voltar com tudo, e melhor ainda, com novidades!!!
Bom, no meio da semana eu terminei de ler o livro da autora R.J. Palacio, Extraordinário. Estou para dizer que é muito bom e a história é linda.
Chega de enrolação e vamos falar da resenha.

Título: Extraordinário
Autora: R. J. Palacio
Editora: Intrínseca
Páginas: 318

August (Auggie) Pullman nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade...até agora.Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.
Não julgue um livro menino pela capa cara.

Um livro profundamente tocante e extraordinariamente lindo, ‘Extraordinário’ traz uma história melancolicamente perfeita. É muito difícil externar tudo o que eu senti quando terminei a leitura. Foi como se uma onda de felicidade me invadisse, sabe?! Acho que esse é um daqueles livros que cumpre bem o que propõe e vai além: ele surpreende o leitor...ele consegue estar acima de todos os comentários positivos que usam para defini-lo.
Como não querer abraçar o Auggie?! Como não querer dizer que tudo ficará bem, independente do que as pessoas pensam?! Ele é daqueles personagens impactantes, que nos fazem ficar...sem palavras. Um garoto extraordinário, cercado por pessoas extraordinárias, como uma vida....extraordinária. Até o momento que sua mãe começa a cogitar a possibilidade de ele começar a frequentar uma escola comum.
August – ou simplesmente Auggie – nunca frequentou uma escola. Dentro do casulo criado por seus pais e sua irmã, o garoto aprendia em casa e tinha receio de ser uma pessoa comum, pelo simples fato das pessoas não o verem de  forma comum. O motivo para tal é uma síndrome genética que deixou o garoto com uma deformidade facial.
Com um novo desafio pela frente – enfrentar todas as pessoas de sua nova escola – o garoto teme a reação de todos. Mesmo tendo apenas dez anos, ele já viveu o bastante para sentir na própria pele o que é ser diferente quando ser comum é tudo o que você mais quer.
E nada realmente parece ser diferente no ambiente escolar. Parece que todos o temem pelo simples fato dele fugir dos padrões de ‘normalidade de um rosto’.
Então chega a Summer. Uma das poucas e únicas pessoas que parece fechar os olhos para aparência do menino e enxergar o enorme coração que esconde-se atrás daquele rosto. Ousada, a garota vai contra todos e resolver ser amiga do August.
Muitos são os problemas que surgem: a questão da não interação e não aceitação das crianças do Auggie, o amor infinito que sua família e amigos – e a Summer – depositavam nele, e o fato do garoto querer e tentar imensamente ser somente ele: August Pullman, um garoto que mesmo tendo de enfrentar inúmeras barreiras, só queria ser notado como mais um, e não o um.
A carga emocional que o livro carrega conseguiu envolver-me e encantar-me profunda e intimamente. A simplicidade com o qual a autora desenvolveu toda a história, a forma como todos e cada um dos personagens foram desenvolvidos, e a estrutura do livro em si é notavelmente incrível.
A narrativa do livro é intercalada por vários personagens. Isso foi uma das coisas mais legais que a autora poderia proporcionar ao leitor: a história do August vista de diversos ângulos, por pessoas distintas.
Temos o próprio Auggie nos narrando como é ser diferente e como isso o afeta imensa e profundamente. A Via, sua irmã, nos mostra e nos ensina que por mais difícil que possa parecer, a compreensão e a paciência são os melhores caminhos a  seguir quando a vida nos dá um padrão diferente...e que se rebelar e querer ser notado é algo que todo mundo deseja. A Summer, uma garota muito especial que parece ter o raro dom de ouvir seu coração e compreender que muito mais importante que aparência é o caráter e a dignidade. E tantos outros que tornam a história especial.
Ver a diferença e o impacto que o Auggie causa em cada uma dessas pessoas, e principalmente, ver o quanto essas pessoas o amavam independente e acima de toda e qualquer coisa é o que torna a história singular, rara e transformadora.
Preciso dizer o quanto esse livro me fez refletir sobre o preconceito. Bem, não exatamente e especialmente o ‘preconceito’, mas a forma como muitos o definem. Pode ser relativo de cada leitor, mas acho que o mais notável na questão abordada no livro, é o quanto esse preconceito afeta diretamente a vida de Auggie, fazendo-o quase desistir de frequentar a escola. Sinceramente não acho que todo mundo – todas as crianças -  que olhavam ‘diferente’ para o garoto, o estivessem fazendo como forma de preconceito.
Depois de ler e refletir sobre tudo, uma pergunta me inquietou bastante: Será que talvez eu ou você também não olhássemos o August de uma forma diferente? – ao menos a princípio. E não, talvez não seria de forma preconceituosa. Talvez fosse mais como ‘primeira impressão’ de algo que realmente parece diferente diante de tudo que estamos acostumados. E principalmente as crianças. Acho que algumas – ou a maioria – realmente queria se aproximar, conversar e serem amigas do Auggie, mas o medo e a incerteza que a situação os impunha, os obrigavam a não seguir em frente. Claro que tiveram personagens que realmente não foram nada legais com o nosso garoto extraordinário, mas tiveram muito mais corações bons nessa história.
Acho que ‘Extraordinário’ mais que um simples livro, é um convite para fecharmos os nossos olhos diante de algo que parece diferente, e abrirmos nosso coração e acolher as diferenças como algo simplesmente....especial.
Realmente, o livro é emocional e inocentemente EXTRAORDINÁRIO.
Bom meninas, é isso, espero que quando pararem para ler tenha essa mesma visão que eu tive, veja o quão especial é o Auggie. ARRASEM. Beijos da Gabi.


Algumas frases que aparecem nas últimas páginas do livro.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Resenha: O lado bom da Vida - Matthew Quick

Olá meninas, tudo bem? Espero que sim!
Bom, hoje vamos a mais uma resenha. Vou confessar que estava louca para ler este livro desde que lançou, mas só agora tive a oportunidade. Há a versão em filme, mas como não assisti não vou comentar sobre a fidelidade à obra nem nada do tipo.
Chega de jogar conversa fora...

Título: O lado bom da Vida
Autor: Matthew Quick
Editora: Intrínseca
Páginas: 254
Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". 
Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes da internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. 
Uma história comovente e encantadora, de um homem que não desiste da felicidade, do amor e de ter esperança.
 Pat acaba de sair de uma instituição psiquiátrica, não sabe quanto tempo passou lá, não se lembra do que o levou para o lugar ruim, não tem emprego, foi deixado pela esposa e é ignorado pelo pai. Mas tem ao seu lado uma mãe capaz de tudo por ele, seu irmão e seus amigos. Agora ele só tem que recomeçar, e reaprender a viver.
Pat acaba de sair de uma instituição psiquiátrica, não sabe quanto tempo passou lá, não se lembra do que o levou para o lugar ruim, não tem emprego, foi deixado pela esposa e é ignorado pelo pai. Mas tem ao seu lado uma mãe capaz de tudo por ele, seu irmão e seus amigos. Agora ele só tem que recomeçar, e reaprender a viver.
Tiffany é divertida e um pouco manipuladora, mas também tem um bom coração. Mesmo que, quando tenta ajudar, acabe só atrapalhando tudo. 
Jeanie Peaples foi, sem dúvidas, minha personagem favorita do livro. Essa mulher tem uma força fora do normal. Ela tem um carinho pelo filho que, olha, merece o Oscar de melhor mãe do mundo. A forma como ela cuida de Pat, como o defende e o protege é indescritível. Matthew conseguiu passar perfeitamente o amor incondicional que ela tem pelo filho.

Vi algumas pessoas falando que acharam a escrita de Matthew Quick um pouco repetitiva, e é. Mas gente, Pat é quem narra, e ele tem deficiência mental! Essa técnica de escrita de Matthew, quando vista sob esse ângulo, é genial. 
Agora, duas observações, detalhes bobos, mas que fizeram a diferença. Primeiro,  foi colocada como nome dos capítulos uma de suas últimas frases, e eu adorei isso. O segundo é que a faixa no meio da capa não é aleatória. Ela remete ao futebol americano, citado exaustivamente ao longo do texto. "Voem, Eagles, voem!"

Bom, dando um resumo da história, Pat Peoples é um ex interno de uma clinica psiquiátrica,ele espera loucamente pelo "fim do tempo separado" que ele aproveita para se tornar uma pessoa boa. Mas ele não se lembra do que o fez parar no lugar ruim. Tiffany também tem problemas psiquiátricos e eles se tornam melhores amigos. Ela se passa por Nikki, ex esposa de Pat, para tentar ajudá-lo mas só atralha.
Sua mãe, Jeani, é memorável, sua dedicação aos filhos e ao marido é impressionante. Enquanto Pat assiste a sua fita de casamento ele se lembra de tudo que ocorreu antes de ser internado em uma clinica. Descobre porque sua cicatriz acima da sobrancelha coça toda vez que escuta Kenny G.
Depois de tudo, ele perdoa Tiffany e os dois acabam juntos. E ele descobre o final feliz de seu filme, e também o lado bom de sua vida.
Essa foi, com certeza, a resenha mais difícil de escrever desde que entrei para o blog. O livro não tem uma trama surpreendente, não tem uma escrita maravilhosa, não é um dos melhores que já li. Não tem nada específico nele que te faça "ficar de boca aberta". É simples. E nessa simplicidade, ele se torna mágico. 
Nada do que eu diga vai passar pra vocês o que eu senti enquanto lia a história de Pat. Ele te envolve de tal forma que até a pessoa mais pessimista do mundo, após a leitura, vai acabar por buscar um pouco mais o “lado bom da vida”. Simplesmente por que é impossível ser indiferente às lições de Pat.

Bom meninas, por hoje é só! ARRASEM lendo O lado bom da vida. Beijos da Gabi.



segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Resenha: A cama que sonhava - Carlos Queiroz Telles

Olá meninas, tudo bem? Espero que sim!
Bom hoje vou fazer uma resenha que prometi fazer para vocês no vídeo da TAG: Arco-íris literário. 
O livro A cama que sonhava, é um livro classificado como infanto-juvenil, mas compreensível para crianças de 7 anos. Vai entender...
Chega da enrolação!

Título: A cama que sonhava
Autor: Carlos Queiroz Telles
Páginas: 104
Editora: Moderna
Ano: 2003

Fantástica aventura através do tempo, em que a busca a um tesouro de quase trezentos anos acaba revelando a familia Prates uma fortuna maior... 
Os caboclos e caiçaras achavam que a casa da Enseada de Caravelas era mal-assombrada. Tônico, menino esperto e bem informado, não acreditava nisso, embora soubesse que pelo menos parte da lenda era verdadeira. 
De fato em 1730, quando o casarão foi construido, seus antepassados realmente aproveitaram pedaços de uma grande escuna naufragada nas imdeiações da ilha. Mais precisamente, a escuna de G. Fenelon, o terrível pirata francês. E agora, nos anos 90 parece que a maldição do velho buscameiro voltou a pesar sobre a casa, ameaçando novamente os Prates.
O menino Tonico mora na praia de Caravelas, em um casarão herdado de sua família açoriana,  que ali se instalou em 1730. Agora, dois séculos depois, o pai de Tonico está na iminência de perder a propriedade para um banco. O menino desconfia que por trás do negócio estão os descendentes de um pirata francês que teria escondido seu tesouro naquela região. Procurando uma pista, Tonico vai ao porão, onde acaba dormindo numa cama encantada, que o leva de volta ao passado e o faz encontrar-se, sucessivamente, com o avô criança, com a avó do seu avô, e assim por diante, até a geração que construiu a casa e conheceu o pirata. Por meio das pistas que vão surgindo, Tonico deslinda a trama e descobre onde está o tesouro. Quando desperta, avisa os pais e, juntos, salvam o casarão.
Esta é uma fantástica aventura no tempo, narrada com graça e leveza pelo autor, que confessa estar ligado de maneira especial a esta obra que regata, de certa forma, a história de sua ascendência açoriana. É um convite a um sonho, a um acredite se quiser, que nos leva de volta ao passado, ao tempo dos corsários e piratas, dos tesouros e mistérios. E é também a história de um menino solidário, que não mede limites para ajudar a família numa grave circunstância.
Vale a pena reservar algumas horas do seu dia para realizar a leitura, por ser um livro pequeno é rápido de ler. 
Por hoje é só meninas, ARRASEM. Beijos da Gabi.


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Resenha: Uma carta de amor

Olá meninas, tudo bem? Espero que sim!
Bom, hoje vamos ter mais uma resenha. Acho que não expliquei para vocês mas as resenhas da série HoN acabaram, eu parei no 5° livro, pode ser que daqui a um tempo volte a ler, quem sabe...
Hoje a resenha é de mais uma obra fantástica de Nicholas Sparks, essa realmente me ganhou! Uma carta de amor é uma história linda de amor e drama.
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Páginas: 288

Há três anos, a colunista Theresa Osborne se divorciou do marido após ter sido traída por ele. Desde então,não acredita no amor e não se envolveu seriamente com ninguém.
Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para si, resolve passar férias em Cape Cod. Durante a semana de folga, depois de terminar sua corrida matinal na praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com uma folha de papel enrolada dentro.
Ao abri-la, descobre uma mensagem que começa assim: "Minha adorada Catherine, sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos."
Comovida pelo texto apaixonado, Theresa decide encontrar seu misterioso autor, que assina apenas "Garrett". Após uma incansável busca, durante a qual descobre novas cartas que mexem cada vez mais com seus sentimentos, Theresa vai procurá-lo em uma cidade litorânea da Carolina do Norte
Quando o conhece, ela descobre que há três anos Garrett chora por seu amor perdido, mas também percebe que ele pode estar pronto para se entregar a uma nova história. E, para sua própria surpresa, ela também.
Unidos pelo acaso, Theresa e Garrett estão prestes a viver uma história comovente que reflete nossa profunda esperança de encontrar alguém e sermos felizes para sempre.

Bom, o livro começa com Theresa na praia de Cape Cod, após sua corrida matinal encontra uma garrafa que traz uma carta de amor. Emocionada mostra à sua amiga/chefe e juntas decidem publica-la na coluna de Theresa, que é jornalista.
Depois de um tempo, a protagonista recebe muitos telefonemas e cartas comentando sobre sua coluna no jornal. Um dos telefonemas é de uma moça que encontrou uma carta no mesmo estilo e constataram que era de mesma autoria. Encantada com o jeito com que o autor escreve, Theresa decide procurar por ele.
Após um tem ela descobre que ele mora em Wilmington,  Carolina do Norte.
Programa suas férias e decide ir conhece-lo. Chegando lá procura por ele e é convidada para velejar. A partir dai, começa um romance entre Theresa e Garret. O único problema era a distância entre eles, já que ela mora em Boston.
Garrett ainda tem amarras com sua falecida esposa e para ele é muito difícil manter um relacionamento, via isso como uma traição.
A primeira briga surge quando ele não aguenta mais a distância e impõe a Theresa que vá morar com ele ou não poderão ficar juntos. Neste momento ele encontra as cartas que havia escrito à sua esposa e que Theresa havia guardado. Decepcionado termina o relacionamento com ela.
Quando percebe que realmente a ama percebe que precisa se despedir de Catherine, sua esposa, e pedir perdão para Theresa, então escreve duas cartas. Uma delas é enviada pelo correio e a outra ele precisa lançar ao mar, o mais próximo da Europa. Durante a tarde em que está velejando para lançar a carta começa um temporal e Garret fica preso no oceano. Depois de alguns dias seu corpo é encontrado.
Duas semanas depois de sua morte, a carta chega em Boston. Nela há pedidos de perdão pelo ocorrido e ele pede para reatarem o relacionamento, mas é tarde demais.
Depois de um ano, Theresa se sente pronta para responde a carta, e volta à Cape Cod para lança-lá ao mar. Para que do mesmo jeito que se conheceram possam se despedir
Apesar do número de páginas, acaba sendo uma leitura rápida já que se passa em um curto período e a história não é cansativa. Fico impressionada com Sparks consegue tornar essa história tão real. Um dos melhor livros de sua autoria. Vale a pena a leitura!
Bom meninas, é isso! Espero que gostem, ARRASEM. Beijos da Gabi.

sábado, 13 de setembro de 2014

Resenha: Caçada - HOUSE OF NIGHT

Olá meninas, tudo bem? Espero que sim!
Bom hoje vamos para mais uma resenha da série HON, desta vez o quinto livro, Caçada.
Autora: P.C. Cast e Kristin Cast
Editora: Novo Século
Páginas: 400

Novos personagens e cenários são inseridos neste quinto livro da série HOUSE OF NIGHT. Neferet, após conquistar um novo e poderoso aliado, Kalona, vira as costas para a Deusa Nyx. Juntos, arquitetam terríveis planos. O passado vem à tona, influenciando escolhas fundamentais. A Morada da Noite é ocupada por criaturas demoníacas, que sob o comando de Kalona, um ser incrivelmente belo, mantém o domínio sobre quase todos os alunos e professores. O único lugar relativamente seguro para Zoey e seus amigos e um local escondido, subterrâneo, onde uma nova raça de vampiros habita. Parece não haver fim para os problemas que continuam a surgir. O mal se abate sobre o certo de Tulsa, gerando não só o caos terreno, mas também um grande e doloroso massacre. Será Zoey forte e sábia o suficiente para enfrentar tudo o que está por vir?

Tulsa já não é mais a mesma cidade que era antes da chegada de Kalona o anjo caído que foi libertado por Neferet a Grande Sacerdotisa que renegou a sua deusa a Nyx . Com Kalona solto, a maldade foi derramada sobre a cidade de Tulsa, desse modo Neferet  pode seguir com os seus objetivos, não podemos ainda dizer que é o são  único mas é um dos principais que é ter sob o seu domínio a a Morada da Noite e  começar uma guerra com os humanos.
Kalona o anjo caído de uma beleza incontestável que só de olhar em seus olhos as pessoas caiem sobre seus encantos, seja homem ou mulher, ninguém consegue resistir a ele. Ou será que existe alguma maneira de não cair em seus encantos? Tendo, dessa maneira todos enfeitiçados, ele tem todos aos seus pés, que acreditam que ele é nada mais nada menos que Erebus, o Consorte da deusa Nyx encarnado. Mas, como um grande vilão nunca está sozinho ele trouxe consigo os Raven Mockers, que são os seus filhos, que são frutos dos seus atos desumanos. Eles estão sempre apostos ouvindo e vendo tudo, nada foge do radar deles, eles estão simplesmente em todos os lugares.
Zoey e seus amigos, e é claro os vampiros vermelhos estão escondidos nos túneis subterrâneo, pelo fato de Kalona ter pavor a terra, onde ficou preso por muitos anos. Então, desde que ele foi solto pela sacerdotisa do mal (Nefret) eles estão nesse local.  Nos tuneis, ela vê os poemas que uma das vampiras vermelhas escreveu e em todos eles se referem a Kalona, que pode conter informações de como o destruir. Porém, quando Zoey se encontra gravemente ferida, não há outra solução ela tem que voltar para a morada da noite para poder se recuperar e restabelecer as suas forças.
Quando volta a Morada da Noite se vê diante de seus dois maiores inimigos Kalona e Neferet, e é claro os Raven Mockers. No momento em que se encontra recuperada, começa de fato a luta contra bem e o mal, onde um só pode ganhar.
Nem preciso dizer quem ganha. Certo?
Se estivéssemos classificando os livros daria 4 estrelas, pelo fato de ter muita enrolação nessa história, o que acaba deixando a pessoa um pouco desanimada em continuar a ler, entretanto, eu gostei muito desse livro, pois mostra que numa luta sozinha Zoey, jamais terá forças para ganhar, e para isso conta com a ajuda de seus verdadeiros amigos. Tendo, desse modo os valores da verdadeira amizade estabelecida. Se continuar falando irei contar mais spoilers, então ficamos por aqui, certo?
ARRASEM meninas, até o próximo post. Beijos da Gabi.

 

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Resenha: Indomada- HOUSE OF NIGHT

Olá meninas, tudo bem? Espero que sim!
Bom, hoje vamos para mais uma resenha dos livros da série HON. Já estamos no 4º livro.

Autoras: P.C. Cast e Kristin Cast
Editora: Novo Século
Páginas: 367

A vida se complica quando seus amigos estão furiosos com você. Basta perguntar a Zoey. Ela se tornou uma especialista no assunto. Mas mesmo rejeitada, ela não os culpa, sabe que é apenas consequência de seus próprios atos. Neste quarto livro da série HOUSE OF NIGHT, Aphrodite tem novas visões sangrentas, que incluem uma grande guerra entre vampiros e humanos, liderada por Neferet, e a morte de Zoey. As mudanças ocorrem tão rápido que parece que toda a lógica desapareceu do mundo. Lealdades são testadas, intenções verdadeiras e chocantes vêm à luz, e um antigo mal desperta. Zoey sente que deve mudar o curso das coisas, mas ninguém parece ouvi-la.
Indomada, para mim, superou os três primeiros livros. 
A história envolve o leitor, não o deixando cansado da leitura e realmente surpreende a cada capítulo. 
Acho que Zoey entendeu o peso e a responsabilidade que uma Sacerdotisa carrega. Isso é bem visível no final do livro, por exemplo. Mesmo esgotada, ela manteve a pose e não deixou transparecer seu cansaço e seu medo, tentando passar segurança aos seus amigos e as pessoas que estavam com ela. Vi que Zoey provavelmente amadurecerá muito nos próximos livros. 
O que me chamou muita atenção é que Zoey vai aprendendo como tornar-se uma Sacerdotisa a cada passo que dá sem se esquecer dos amigos. Com isso vai amadurecendo e compreendendo melhor as coisas. O livro não ficou mais preso nos relacionamentos amorosos de Zoey, mas sim na importância da família, como por exemplo a avó de Zoey, que mesmo não sendo avó de sangue de Aphrodite, mostrou um carinho enorme por ela, a importância dos amigos e também como todos eles - Zoey e seus amigos - são importantes para Nyx.
O livro em si não é divertido, mas sim delicioso. Você se preocupa com os personagens, fica curioso querendo saber o que acontecerá no próximo capítulo e também no próximo livro. Diferentemente de outros livros, Indomada e acredito que todos os livros de The House Of Night, têm história para contar. Não vemos um desespero por parte das autoras em tentar fazer com que as coisas aconteçam. O que deixa o livro ainda melhor.
Bom meninas, é isso. Espero que tenham gostado. ARRASEM. Beijos da Gabi.