Olá meninas, tudo bem? espero que sim!
Hoje vou contar para vocês a minha experiência com o livro "A menina que roubava livros" do autor Markus Zusak. É uma história brilhante e emocionante.
Título: A menina que roubava livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Ano: 2011
Páginas: 480
Hoje vou contar para vocês a minha experiência com o livro "A menina que roubava livros" do autor Markus Zusak. É uma história brilhante e emocionante.
Título: A menina que roubava livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Ano: 2011
Páginas: 480
"Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler."
A história acontece na Alemanha, no Período Nazista. A Morte conta que havia mantido contato direto com a menina Liesel Meminger, principal personagem do livro, em três ocasiões: na morte de seu irmão menor, quando estava para ser adotada; na morte de um piloto aéreo das forças inimigas, na presença de seu melhor amigo, Rudy; e na morte de seus pais, quando a rua em que moravam fora completamente destruída pelos bombardeios da guerra. O primeiro livro, O manual do coveiro, ela havia roubado sem querer no enterro de seu irmão, aos nove anos de idade. O auxiliar de serviços funerários o deixou cair próximo ao túmulo e ela o ajuntou instintivamente, levando-o consigo.
Passada a morte do irmão, Liesel chega a sua nova casa, conhece seus pais adotivos, Hans e Rosa Hubermann. A mãe é muito mal educada, usando sempre palavrões, mas em compensação o pai é muito dedicado e amoroso. Começa-lhe a ensinar a ler, usando o livro que ela trouxera consigo. Nas noites em que ela acordava em meio aos pesadelos com seu irmão, o pai lia e tocava acordeão, contando-lhe histórias até a madrugada.
Esses eram os momentos mais felizes de Liesel, que com o passar do tempo percebeu o quanto a mãe Rosa também lhe amava, apesar do tom rude de suas palavras. Neste meio tempo, a guerra começa, e a situação econômica se complica. O pai de Liesel não havia se filiado ao partido nazista, sendo-lhe mais difícil arrumar trabalho. Liesel ajuda a sua mãe de criação ao buscar e levar as roupas que ela lavava para as famílias mais ricas, normalmente em companhia de seu amigo Rudy.
Neste meio tempo, Liesel também teve que guardar um segredo: o seu pai escondia no porão um judeu, Max, filho de um amigo que o salvara na primeira guerra. Com Max, Liesel desenvolve uma relação de amizade muito forte, mas depois de um longo tempo, ele tem que sair do seu esconderijo, porque os nazistas fariam uma vistoria nas casas. Reencontrou Max no final da guerra.
O segundo livro, Liesel o roubou numa fogueira, na qual os soldados queimariam livros e artigos considerados contra o sistema.
A guerra ia avançando e os clientes de Rosa começaram a dispensar-lhe o serviço. Um certo dia a mulher do prefeito, Ilsa, também lhe dispensou os serviços, dando-lhe um livro de presente para Liesel. Inicialmente ela o aceitou, mas depois o devolveu dizendo que não precisava de suas esmolas. Alguns dias depois retornou acompanhada de Rudy, entrou furtivamente pela janela e o roubou. Assim, sempre que ela se sentia angustiada com as situações difíceis do dia a dia, ela voltava à biblioteca e levava outro livro, embora a Sra. Ilsa sempre soubesse. Os ataques da guerra começaram também a atingir a Rua Himmel, onde Liesel e Rudy moravam.
Sempre que eram alertados todos os moradores se dirigiam a um abrigo subterrâneo, onde o medo tomava conta de crianças e adultos. Liesel começou a ler em voz alta para todos, perpetrando nela a paixão pelos livros e pelas palavras. Foi exatamente isso que lhe salvou a vida. Numa noite em que houve um ataque sem aviso prévio a rua foi completamente destruída. Seus pais, seus vizinhos e seu amado, mas nunca confessado Rudy, morreram dormindo, enquanto ela estava escrevendo no porão esta história. Quando os bombeiros chegaram encontraram uma menina de quatorze anos viva entre os escombros. A Morte que recolhia as almas por ali ficou surpresa. Ela viu a menina agarrada ao seu livro, que caiu de suas mão ao perceber que todas as pessoas que amava estavam mortas.
A Morte sorrateiramente agarrou aquele exemplar, pois havia se distraído mais uma vez. Este livro a Morte o mostrou a Liesel, muito anos mais tarde quando a foi buscar junto a seu marido, seus filhos e netos em Sidney, na Austrália. Liesel ficou surpresa ao ver seu livro tantos anos depois e enquanto acompanhava a Morte tranquilamente, ouviu ainda o seu comentário, “Os seres humanos me assombram”.
Bom, eu não conhecia o autor antes da leitura deste livro, mas simplesmente me apaixonei por sua escrita e a forma com ele da vida à história. O livro ganhou recentemente uma adaptação de cinema (ainda não assisti). Vale a pena ler, quem já leu comenta aqui o que achou.
Por hoje é isso meninas. Arrasem sempre. Beijos da Gabi.
Passada a morte do irmão, Liesel chega a sua nova casa, conhece seus pais adotivos, Hans e Rosa Hubermann. A mãe é muito mal educada, usando sempre palavrões, mas em compensação o pai é muito dedicado e amoroso. Começa-lhe a ensinar a ler, usando o livro que ela trouxera consigo. Nas noites em que ela acordava em meio aos pesadelos com seu irmão, o pai lia e tocava acordeão, contando-lhe histórias até a madrugada.
Esses eram os momentos mais felizes de Liesel, que com o passar do tempo percebeu o quanto a mãe Rosa também lhe amava, apesar do tom rude de suas palavras. Neste meio tempo, a guerra começa, e a situação econômica se complica. O pai de Liesel não havia se filiado ao partido nazista, sendo-lhe mais difícil arrumar trabalho. Liesel ajuda a sua mãe de criação ao buscar e levar as roupas que ela lavava para as famílias mais ricas, normalmente em companhia de seu amigo Rudy.
Neste meio tempo, Liesel também teve que guardar um segredo: o seu pai escondia no porão um judeu, Max, filho de um amigo que o salvara na primeira guerra. Com Max, Liesel desenvolve uma relação de amizade muito forte, mas depois de um longo tempo, ele tem que sair do seu esconderijo, porque os nazistas fariam uma vistoria nas casas. Reencontrou Max no final da guerra.
O segundo livro, Liesel o roubou numa fogueira, na qual os soldados queimariam livros e artigos considerados contra o sistema.
A guerra ia avançando e os clientes de Rosa começaram a dispensar-lhe o serviço. Um certo dia a mulher do prefeito, Ilsa, também lhe dispensou os serviços, dando-lhe um livro de presente para Liesel. Inicialmente ela o aceitou, mas depois o devolveu dizendo que não precisava de suas esmolas. Alguns dias depois retornou acompanhada de Rudy, entrou furtivamente pela janela e o roubou. Assim, sempre que ela se sentia angustiada com as situações difíceis do dia a dia, ela voltava à biblioteca e levava outro livro, embora a Sra. Ilsa sempre soubesse. Os ataques da guerra começaram também a atingir a Rua Himmel, onde Liesel e Rudy moravam.
Sempre que eram alertados todos os moradores se dirigiam a um abrigo subterrâneo, onde o medo tomava conta de crianças e adultos. Liesel começou a ler em voz alta para todos, perpetrando nela a paixão pelos livros e pelas palavras. Foi exatamente isso que lhe salvou a vida. Numa noite em que houve um ataque sem aviso prévio a rua foi completamente destruída. Seus pais, seus vizinhos e seu amado, mas nunca confessado Rudy, morreram dormindo, enquanto ela estava escrevendo no porão esta história. Quando os bombeiros chegaram encontraram uma menina de quatorze anos viva entre os escombros. A Morte que recolhia as almas por ali ficou surpresa. Ela viu a menina agarrada ao seu livro, que caiu de suas mão ao perceber que todas as pessoas que amava estavam mortas.
A Morte sorrateiramente agarrou aquele exemplar, pois havia se distraído mais uma vez. Este livro a Morte o mostrou a Liesel, muito anos mais tarde quando a foi buscar junto a seu marido, seus filhos e netos em Sidney, na Austrália. Liesel ficou surpresa ao ver seu livro tantos anos depois e enquanto acompanhava a Morte tranquilamente, ouviu ainda o seu comentário, “Os seres humanos me assombram”.
Bom, eu não conhecia o autor antes da leitura deste livro, mas simplesmente me apaixonei por sua escrita e a forma com ele da vida à história. O livro ganhou recentemente uma adaptação de cinema (ainda não assisti). Vale a pena ler, quem já leu comenta aqui o que achou.
Por hoje é isso meninas. Arrasem sempre. Beijos da Gabi.

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